É uma verdade reconhecida que nosso século tem posto as palavras nos lugares não habituais: “direitos humanos”, por exemplo, é uma expressão que arrebanha junto de si uma confusão de palavras (confusão maior, talvez, do que uma multidão aleatória de recortes de jornais espalhados sobre uma mesa). E confusão é eufemismo, para evitar dizer turbilhão, caos, bagunça ou arruaça.
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16 março 2011
14 abril 2010
Sexo. Juridicamente falando...
Amanhã terei aula de Direito Penal Especial Aprofundado e o professor solicitou a leitura de três artigos da Revue de Sciences Criminelles sobre o tema da aula. Eis que abro o arquivo com o primeiro texto e me deparo com o seguinte título: “Le Sadisme n’est pas um droit de l’homme” (O Sadismo não é um Direito Humano). Longe do facebook por um fim de semana, abro as atualizações de Brunê e há um link sobre a nova campanha da CNBB no Brasil transformando Lula-lá na reencarnação de Herodes por ser favorável a um projeto de lei acerca dos direitos humanos, bastante inovador para a sociedade brasileira que ainda guarda um ranço absurdo de preconceito e hipocrisia. A ligação mental feita entre os dois textos: a discussão em torno dos direitos humanos e o sexo.
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