O Estado-Nação é formado de alguns elementos: a fronteira política, o território, o povo e a soberania. A célula é composta pela membrana plasmática, o citoplasma, os orgânulos e o núcleo. Há uma dependência entre os elementos. Se não há um comando do núcleo a célula não sobreviverá. Se não formos dominados, certamente também não sobreviveríamos, seria um caos.
Mostrando postagens com marcador Política. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Política. Mostrar todas as postagens
17 outubro 2010
Complexo de Golgi para presidente
A unidade anatômica e fisiológica do nosso ser também é dominada pela política. Isso mesmo, as nossas microscópicas células tão pequenas que correspondem à milésima parte do milímetro também vivem dessa arte ou ciência de gestão.
02 outubro 2010
25 fevereiro 2010
Sobre a moral esclarecida
Sempre duvidei de Deus, nunca de suas obras. Já o Diabo, esse pervertido imoral, eu o conheço desde os meus dias de menino. Lembro que estes sentimentos atravessavam-me enquanto apreciava um bom chá de cadeira numa igrejinha domingueira. O que hoje nos ensinam os sacerdotes? Ainda crêem nas potestades que maculam o cotidiano? Por outro lado, como querem os Modernos, os Cientistas, se todo o mal aflora futilmente das práticas humanas, e não mais dos corações das almas e dos arcanjos, como guiar-nos sem um horizonte tangível?
27 novembro 2009
Preocupações de um homem à beira do abismo.
Será que as teorias da conspiração possuem algum fundo de verdade? Talvez a verdade não seja o mais precioso que podemos encontrar nessas teorias. Outro dia, passando por um site que costumo visitar em busca de entretenimento, me deparei com a hipótese de atentado islâmico terrorista contra um avião francês que há poucos meses decolou do Rio de Janeiro e que explodiu no ar, ou foi explodido, segundo a teoria a que me refiro.
21 novembro 2009
A sombra do que não se vê
Os doutores nos encarceram numa natureza humana. Virtuosos, pervertidos, altruístas e interesseiros se acotovelam sob os grilhões de nosso ego imutável. Somos criaturas submissas, diz-nos os artífices do espírito humano. Talvez sejamos. Mas não careço de me perder nas miudezas ilusórias de proteínas e neurônios, nos falsos labirintos da filosofia, se anseio encontrar-me com esta natureza. Para além dos microscópios me perderei no meio dos homens reais, que vivem a história real de suas vidas. Por trás da mão que escreve, a alma comum pede que eu diga: as minorias esclarecidas haverão sempre de inspirar as multidões cegas, e assim será até que os meus olhos me enganem.
28 agosto 2009
A amnésia do mundo e outros monumentos em ruínas (Parte 2)
Os valores humanos e suas criações são aspectos que afirmam sob o próprio entendimento da lógica humana sua superioridade em relação às demais matérias, às demais formas de vida. Busca-se com isso dar sentido a existência da humanidade, ainda que a justificativa da humanidade e mesmo a existência em si só seja necessária à própria humanidade.
03 agosto 2009
Klaatu barada nikto
Certa feita, meu amigo e parente Raviere intimou-me, como é do seu feitio, a assistir o preto-e-branco O dia em que a terra parou (The Day the Earth Stood Still, Robert Wise). A data escapa à memória, mas estávamos próximo do lançamento de um remake homônimo. A situação era uma oportunidade de exercitar meu pedantismo cinematográfico, declarar para mundos e fundos como o original era superior (declaração comprome-tedora, “superior” virou palavrão). E de fato a refilmagem é uma cretinice. Paciência! Neo, vulgo Keanu Reeves, e sua enigmática cara de paisagem, somado a um argumento estrategicamente encomendado engrossam a famosa teoria-do-remake-que-fica-pior-que-o-original. Já o filme de 1951, que também não é a bússola do cinema, segundo meu criterioso bom senso, tem um desfecho bacana e é disto que gostaria de tratar.
Assinar:
Postagens (Atom)