Como são prazerosos os filmes de ficção científica, prazerosamente ridículos. É um exercício de humor ver nos filmes de ontem o futuro que vivemos hoje. Tudo é muito extravagante, muito brilhoso, há distopias, computadores egocêntricos e roupas lamentáveis. Claro, são filmes de ficção, é arte, e à arte permitimos qualquer tipo de insensatez - normalmente. Mesmo assim são prazerosos, permitem-nos desenvolver uma espécie de sabedoria atrasada, póstuma, capaz de solucionar problemas que já não existem mais.
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23 setembro 2009
As luvas da mão invisível
Como são prazerosos os filmes de ficção científica, prazerosamente ridículos. É um exercício de humor ver nos filmes de ontem o futuro que vivemos hoje. Tudo é muito extravagante, muito brilhoso, há distopias, computadores egocêntricos e roupas lamentáveis. Claro, são filmes de ficção, é arte, e à arte permitimos qualquer tipo de insensatez - normalmente. Mesmo assim são prazerosos, permitem-nos desenvolver uma espécie de sabedoria atrasada, póstuma, capaz de solucionar problemas que já não existem mais.
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